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quarta-feira, 23 de março de 2016

Aquela virginiana

Ela era de virgem
Mas de virgem não tinha nada
Desde nova já era atacada
Sua língua quente
Sempre muito bem usada
Por onde passava
Um reboliço causava
Cheia de atitude
Fora do normal
Ela sabia fazer um homem passar mal
Esquentava o lugar onde estava
Com sua dança
A todos contagiava
Era virginiana
Mas desde cedo 
Já usava bem uma cama
Longe de parecer uma dama
Ela era danada
Rebolava na cara das recalcadas
Até hoje cheia de charme
Entende dos pecados da carne
Muitas por aí 
Não sabem nem a metade
É quente
Saliente
Envolvente
Virginiana nata
Que gata

Aline Madruga

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